Lateral Esquerdo Podcast. Episódio 002.

 

Mudar a equipa consoante o contexto, olhando para o exemplo do Benfica em Nápoles e a importância da posição 8 nos modelos de jogo de Rui Vitória e Jorge Jesus, e André Horta.

Um podcast com Pedro Bouças e Bruno Pereira, moderado por Luís Cristóvão.

Para acompanhar o podcast pelo twitter: @LatEsq_podcast

Para fazer perguntas e sugestões: #LatEsqPod

Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 2355 artigos
Criador do Lateral Esquerdo, é também professor no Estádio Universitário de Lisboa. Treinador de futebol, tendo almejado diversos titulos nacionais. Experiência como coordenador de futebol formação e palestrante em diversas Faculdades de Desporto. Autor do livro "Construir uma equipa campeã" da editora PrimeBooks.

4 comentários em Lateral Esquerdo Podcast. Episódio 002.

  1. Quando valorizas mais o processo adversario que o teu proprio processo geralmente corre mal…nao sempre,mas quase sempre,porque?por tudo…porque nao dentro da tua ideia e com a qual estao todos mais que identificados,dar nuances diferentes…

    • Antes de mais muitos parabéns pela iniciativa, gostei muito e achei os temas muito interessantes, para alem de ser sempre um prazer ouvir a vossa opinião.

      Concordo contigo Romario, mas acho que o RV no jogo de Napoles apesar de fazer alterações conseguiu de alguma maneira nao descontextualizar totalmente o modelo que utiliza.

      Mas lá está, como referiram no podcast, não se sabem as razões para o fazer.

      Assim as caracteristicas do Horta, diferentes das de Guedes (que tem sido utilizado no apoio a Mitro) trouxeram dificuldades ao Benfica no plano ofensivo, principalmente por faltar profundidade e alguém que procurasse as costas da defesa, não só para obrigar a defesa do Napoles a preocupar-se com bolas nas costas, uma vez que estava muito subida, como para criar espaço para os médios jogarem entre linhas quando a mesma fosse obrigada a descer, talvez devesse ter sido compensada essa lacuna por um dos extremos fazendo esse movimento, como se veio a verificar no golo do Salvio que fazia este movimento muita vezes no tempo de JJ.

      Mas tal como referes e tantas vezes referiu Vitor Pereira quando treinava o Porto é muito importante manter sempre a identidade porque é assim que é desenvolvido o trabalho todos os dias e é nesse registo que os jogadores estão habituados a trabalhar porque as compensações os posicionamentos defensivos e ofensivos são diferentes quando se alteram os modelos.

  2. Boas, obrigado pelo podcast mais uma vez.

    No entanto acho sinceramente exageradas as críticas ao Carrillo. Não que não tenham fundamento porque tudo o que lhe apontam está certo (quando a equipa não tem a bola anda completamente perdido em campo). Mas depois de ver o vídeo de todas as acções dele com a bola nos pés, não consigo ver onde o salvio dos últimos tempos é melhor opção do ponto de vista ofensivo (mesmo sendo verdade que o carrillo é (ou parece) neste momento incapaz de desiquilibrar no 1 para 1).

    aqui fica o dito vídeo:

    https://www.facebook.com/EmbajadoresCriollos/videos/1160510250690113/

    abraços

  3. As conclusões que tiraram relativamente ao carrillo são altamente precipitadas. “Está na cara que o Carrillo não vai jogar no Benfica e seria um problema para gerir…”. Como é possivel que ao fim de 3 meses no clube e depois de quase um ano sem jogar consigam tirar este tipo de conclusões depois de 2 jogos menos conseguidos de um jogador que está ainda abaixo dos níveis físicos/entrosamento ideais.
    Parece óbvio que o Benfica tem um excesso de jogadores para a posição de extremo, o que até acabou por dar jeito dada a quantidade de lesões que aconteceram mas, LFV/Benfica pode também ter tomado esta opção dado que há 2 jogadores que dificilmente estariam em condições de jogar a 100% tão cedo: Zivkovic e Carrillo estiveram muito tempo parados.
    Antes de tirarem este tipo de ilações sobre o Carrillo pensem no caso do Salvio, que só na última jornada voltou a jogar qualquer coisa semelhante ao que tinha jogado antes da lesão (8 meses depois do regresso frente ao Porto em Fevereiro, Carrillo voltou a jogar à 3 meses). Estas coisas demoram tempo, ainda para mais para um jogador que jogava noutra equipa com outras dinâmicas).

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