“MarsBet”

O regresso de Bryan.

É o jogador mais do clássico.

Porque uma exibição tremenda não é somente finalizar. Finalmente a ligar com classe as fases ofensivas do Sporting. O regresso do Bryan que liga a equipa e que enche o relvado de classe. Uma enormidade de percentagem de acções e decisões sempre correctas, sempre a contribuir para aproximar o Sporting do jogo.

Do crescimento de Alan Ruiz e de uma futura sociedade com Bryan que procure em conjunto, os caminhos que Gélson descobre sozinho, dependerá o crescimento ofensivo de um Sporting que fica hoje, de forma inglória, fora do caminho do título.

Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 2705 artigos
Criador do Lateral Esquerdo, é também professor no Estádio Universitário de Lisboa. Treinador de futebol, tendo almejado diversos titulos nacionais. Experiência como coordenador de futebol formação e palestrante em diversas Faculdades de Desporto. Autor do livro "Construir uma equipa campeã" da editora PrimeBooks.

5 comentários em O regresso de Bryan.

  1. Não percebi a entrada de início com o Matheus. Quereria o Sporting aproveitar mais as alas? Viu-se que com a entrada do Alan o Sporting conseguiu explorar mais o interior. Má análise do JJ? Ou quereria mesmo explorar alguma fragiliadade nos alas do Porto.

  2. Raramente discordo do que aqui leio. Desta vez acontece. Se um tipo joga muito bem mas sempre que a equipa o usa numa função acaba por perder, algo está a funcionar mal. Bryan começou ao meio no Sporting-FC Porto e, a perder por 1-0, Jesus passou-o para a esquerda, por troca com Bruno Cesar. Ganhou por 2-1. Bryan começou ao meio no Benfica-Sporting e, a perder por 2-0, Jesus trocou-o por Alan Ruiz. Ainda reduziu, perdeu por 2-1 e ficou perto do empate. Bryan voltou a começar ao meio no FC Porto-Sporting e, a perder por 2-0, Jesus passou-o para a esquerda, meteu Alan Ruiz dentro do bloco adversário. Reduziu para 2-1 e esteve perto do empate. Há coincidências tramadas, mas creio que no Sporting-Benfica Bryan poderá começar logo na esquerda. É verdade que sem Slimani (cuja disponibilidade para ir procurar a profundidade que Bas Dost nunca encontrará alargava o espaço entre linhas do adversário) Bryan perde influência, mas ainda ontem foi na esquerda que ele mostrou poder contribuir para o sucesso do coletivo. Na primeira parte, à exceção de um slalom na meia direita, vi-o sempre encolher-se.

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