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Na grande área nem tudo se altera. Traços de um génio.

A grande área surge para tantos jogadores quase como um microclima onde decisões e competências se alteram.

Há quem perca competência. Ou por dificuldades a finalizar, ou somente porque pisar tal espaço retira qualidade nas decisões. Estar tão perto da meta leva a que muitos procurem mais a sorte que a inteligência. “Vou meter tenso, pode bater em alguém”; “Aqui há que rematar ou cruzar e rápido!”.

Num texto recente do Rodrigo escrevia-se assim.

No recente congresso, ouvimos Luís Castro a reforçar que bola para a área pretende sempre servir os colegas. Diferente de cruzar esperando que alguém apareça.

Depois há um pequeno lote de jogadores a nível mundial que independentemente do espaço que estejam a pisar, decidem sempre bem. Por mais perto que estejam da baliza adversária, ou da sua própria, encontram sempre as soluções certas e que beneficiam a equipa e os colegas que recebem para dar seguimento.

É porque cognitivamente (para além de tecnicamente, obviamente) estão a anos luz de tantos outros que marcam a história deste jogo.

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Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 2764 artigos
Criador do Lateral Esquerdo, é também professor no Estádio Universitário de Lisboa. Treinador de futebol, tendo almejado diversos titulos nacionais. Experiência como coordenador de futebol formação e palestrante em diversas Faculdades de Desporto. Autor do livro "Construir uma equipa campeã" da editora PrimeBooks.

1 comentário em Na grande área nem tudo se altera. Traços de um génio.

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