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Na terra das transições, o tipo de bolas que roubas faz a diferença. Arsenal.

Arsenal's Danny Welbeck is surrounded by teammates as they celebrate him scoring his side's first goal of the game, during the English Premier League soccer match between Arsenal and Bournemouth, at the Emirates Stadium, in London, Saturday Sept. 9, 2017. (John Walton/PA via AP) Britain Soccer Premier League

O confronto de estilos e estratégias entre as equipas mais categorizadas da Premier League é uma das principais atracções do futebol na actualidade.

Enquanto Mourinho e Klopp, baixam metros na sua organização defensiva, não para se encolherem ou porque sintam tal estratégia como mais segura do ponto de vista defensivo, mas sim como engodo para pós uma intercepção (Klopp no seu sistema até joga com uma linha de cinco no sector médio, com forma de aumentar o número de intercepções) sair em transição com espaço, Arsène Wenger no Arsenal, prepara o momento defensivo unicamente para ter a bola, e ponto.

Obriga adversário a ter menos critério, e aumenta o seu tempo em posse. Contudo, desperdiça consecutivamente possíveis momentos para sair em transição ofensiva para ataque rápido ou contra ataque, porque os seus adversários não sobem, não abrem tanto o campo. E mesmo quando o fazem, geralmente o tipo de bolas que recupera, são sempre bolas que vêm fortes, por cima ou não, mas sempre para largas distâncias, o que dificulta recepção ou intercepção, para ligar rapidamente os ataques rápidos.

No jogo actual, mais do que nunca, a forma como defendes, marca a forma como atacas.

 

Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 2855 artigos
Creator of the "Lateral Esquerdo", is also a teacher at the University Stadium in Lisbon. Soccer coach, having conquered several national titles in Portugal. Experience as soccer coordinator, and lecturer at various Sports Universities. Author of the book "Build a champion team" from the publisher PrimeBooks.

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