“MarsBet”

Vermelho e Verde.

Também na Liga dos Campeões, a expressão do que actualmente separa os dois rivais de Lisboa.

Sporting com qualidade individual em todos os sectores, organização, e agora com um avançado que nos jogos de maior dificuldade consegue ligar o jogo da equipa fora da área e oferece variabilidade de soluções para todos os momentos e fases do jogo. Forte com espaço e campo aberto.

Da mobilidade e agressividade no ataque às zonas de finalização, Bruno Fernandes, Doumbia e Gelson dinamitaram por completo o jogo na Grécia, e o resultado foi demasiado curto para tanta transição ofensiva bem ligada.

Um Benfica que optou por partir para a presente temporada com praticamente todo um sector sem um mínimo de qualidade para o nível de um tetracampeão, e mesmo nos jogos em que domina e consegue ter a bola, e serão poucos, quer a nível Europeu, quer nos confrontos com os grandes na Liga portuguesa, a qualquer momento o erro individual espreita e o preço a pagar é demasiado elevado.

Incompreensível como não se aproveita o momento para lançar Rúben Dias na equipa. Não só porque tem qualidade para jogar já, como porque mesmo que apresente erro, só assim crescerá. E mais erro, que a actual última linha encarnada não terá com certeza, com a diferença de que há potencial…

Rodrigo Castro
Sobre Rodrigo Castro 95 artigos
Rodrigo Castro, um dos fundadores do Lateral Esquerdo. Licenciado em Ed física e desporto, com especialização em treino de desportos colectivos, pôs graduação em reabilitação cardíaca e em marketing do desporto, em Portugal com percurso ligado ao ensino básico e secundario, treino de futsal, futebol e basquetebol, experiência como director técnico de uma Academia. Desde 2013 em Londres onde desempenhou as funções de personal trainer ligado à reabilitação e rendimento de atletas. Treinador UEFA A.

11 comentários em Vermelho e Verde.

  1. Só haverá Rúben Dias quando o Lisandro se lesionar. Há também problemas graves na substituição do Fejsa… vá lá que já há Grimaldi até ver…

  2. Rodrigo, nao achas que por exemplo o Kalaica nao tem mais saída de bola que o Ruben? Tenho visto alguns jogos na B e dá-me a entender que sim, embora possa ser indicacao uma vez que nao me cheira que o Helder “autorize” ter 2 centrais a sair a jogar no mesmo 11.

  3. “Incompreensível como não se aproveita o momento para lançar Rúben Dias na equipa.”

    Caro Rodrigo Castro

    Mais uma vez opina-se sem dar qualquer tipo de crédito à teoria de que os jogadores desvalorizam-se nas selecções, além de prejudicar desportiva e financeiramente a si próprios e aos clubes.

    Kalaica, Ruben Dias e Ferro, volta e meia, vão brincar nas selecções, já Luisão e Lisandro, e, já agora, Jardel não brincam nas selecções, ou seja, estão sempre disponíveis para jogar e treinar com Rui Vitória.

    • Como explica que praticamente todos os jogadores top actuais e no passado jogam ou jogaram sempre pela selecção? Secalhar o Jardel é melhor que eles todos

      • Caro Simoes

        Por tradição. Os jogadores simplesmente desvalorizam-se nas selecções, aliás a simples disponibilidade para lá estar desvaloriza-os.

        A questão não é se Jardel é melhor do que eles mas Jardel está muito mais valorizado do que se brincasse na selecção.

        • “Simplesmente” 🙂

          Como por magia portanto. Só que depois vai-se a ver, e é depois de grandes competições internacionais que se realizam grandes transferencias, muitas delas super inflacionadas.

  4. Com jogadores a sério o Vitória ainda disfarça, mas com as segundas linhas mostra bem que é um treinador mediano.
    Ontem foi curioso comparar o lado esquerdo (Grimaldo+Zivkovic) com o direito (Almeida+Sálvio). Pareciam duas equipas diferentes.

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