“O nosso treinador torna as coisas verdadeiramente fáceis para nós”

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Sobre Paolo Maldini 3791 artigos
Pedro Bouças - Licenciado em Educação Física e Desporto, Criador do "Lateral Esquerdo", tendo sido como Treinador Principal, Campeão Nacional Português (2x), vencedor da Taça de Portugal (2x), e da Supertaça de Futebol Feminino, bem como participado em 2 edições da Liga dos Campeões em três anos de futebol feminino. Treinador vencedor do Galardão de Mérito José Maria Pedroto - Treinador do ano para a ANTF (Associação Nacional de Treinadores de Futebol), e nomeado para as Quinas de Ouro (Prémio da Federação Portuguesa de Futebol), como melhor Treinador português no Futebol Feminino. Experiência como Professor de Futebol no Estádio Universitário de Lisboa, palestrante em diversas Universidades de Desporto, Cursos de Treinador e entidades creditadas pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ). Autor do livro "Construir uma Equipa Campeã", e Co-autor do livro "O Efeito Lage", ambos da Editora PrimeBooks Analista de futebol no Canal 11 e no Jornal Record.

1 Comentário

  1. Boa tarde,

    A situação ideal é fazeres sentir os atletas confortáveis, isto é, para além da óbvia questão física que lhes permita aguentar o plano que queres implementar, os jogadores têm que se sentir bem dentro de campo, por forma a que possam arriscar dentro do que lhes é pedido e assim procurar soluções que alguém pouco confiante\confortável nunca vai procurar.

    Aqui reside o busílis da coisa, há várias formas de o conseguir.

    Rui vitória privilegia a liberdade como um princípio inicial, a partir do qual se criam uma série de dinâmicas.

    Jorge Jesus funciona ao contrário, parte duma base de controlo férreo das dinâmicas da equipa, empurra-as para o último terço e só depois há lugar ao espaço e à criatividade. O mesmo com Guardiola.

    Em ambos os exemplos, parecem-me duas formas igualmente válidas de manter os jogadores confortáveis, motivados e crentes no trabalho do treinador.

    A partir daqui, as preferências pessoais de cada um é que nos fazem gostar mais de um ou outro treinador, agora que ambos conseguem manter os jogadores com ele, isso parece-me indiscutível.

    E meio caminho andado para o sucesso.

    Um abraço,
    Gonçalo Mano

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