A fuga do corredor central – Decisões e mobilidade

Na sequência daquilo que foi falado aqui, o Sporting voltou a demonstrar muitas lacunas, na forma como desenvolve as suas jogadas ofensivas.

A procura incessante pelas combinações nos corredores laterais, tem feito diminuir a capacidade da equipa jogar por dentro. São frequentes, as decisões que afastam a equipa do corredor central e os comportamentos dos jogadores sem bola, também não facilitam as ligações. Falta mobilidade e comunicação através da ação.

Quando a equipa consegue ligar, por dentro da estrutura adversária, relembramos o melhor Sporting de Jesus e surgem oportunidades que revelam a necessidade de aumentar a frequência dessas ações.

 

Bruno Fidalgo
Sobre Bruno Fidalgo 57 artigos
Licenciado em Ciências do Desporto. Criador e autor do blog Código Futebolístico. À função de treinador tem aliado alguns trabalhos como observador.

4 Comentários

  1. No Segundo Video, toda a disponibilidade do Slimani;
    A Inteligência e classe de Ruiz.
    A rotina de Teo Guiterrez a fazer o Lugar do Ruiz, e a alargar o jogo juntamente com BCésar, ali tínhamos o melhor Sporting!

  2. E este jogo foi das 1as x q o Dost se virou para a baliza adv. Na 1a parte tb houve outra q tb termina c lance perigoso.

    Neste momento e com a agravante da falta de confiança parece q ng pensa no jogo… é só voltar ao antigamente. ..

    A diferença p o ano passado ou p os 6 de SLB é gritante… n está no treinador!

    • Pergunto: se não está no treinador, está em quem?

      Poderá dissociar-se o facto de o Sporting desde Madrid ter sido sempre a piorar? Ou melhor, desde que o treinador trouxe o entulho todo escolhido por ele a equipa tem sido sempre a piorar? O treinador é que escolheu o plantel. Portanto não se pode queixar do perfil de decisão dos jogadores. Se tu tens um modelo de jogo que pede uma trato específico dos teus jogadores e tu contratas jogadores de um perfil completamente oposto, então não se pode dizer que a culpa está nos jogadores.

      Até porque alguns não “regrediram” simplesmente de um ano para o outro.

  3. Acredito que sim e como bem disseste, é natural existir uma tendência para decidir em função do sucesso que vão obtendo a jogar por fora.

    Valorizar lances como o Adrien, ajudará a equipa a reencontrar outros caminhos.

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