Jogar com os adversários. Take II. Fazer o imprevisível.

Os melhores serão sempre os que fogem ao mais óbvio sempre que possível. Os que não tomam as decisões mais simples, mas as que mais podem desequilibrar e aproveitar ou “afectar” a estrutura adversária.

No golo que abriu a contagem no Estádio da Luz. A “irreverência” de Jonas. Nunca decidir porque sim. Porque é o óbvio, porque é o que a bancada quereria, porque é o que fariam nove em dez.

A oposição que perante uma situação quase padrão, se comporta como que com reflexo condicionado. Tentam adivinhar o lance e estão totalmente preparados para bola no corredor lateral. Onde esta nunca entrará. Porque Jonas não decide o óbvio. Pensando “fora da caixa”, aproveita o erro da leitura adversária para colocar em zona de finalização cujo imenso espaço preenchido apenas por um central e um lateral, beneficia Mitroglou.

 

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Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 3046 artigos

Criador do “Lateral Esquerdo”, tendo sido como Treinador Principal, Campeão Nacional Português (2x), vencedor da Taça de Portugal (2x), e da Supertaça de Futebol Feminino, em três anos de futebol feminino. Treinador vencedor do Galardão de Mérito José Maria Pedroto – Treinador do ano para a ANTF (Associação Nacional de Treinadores de Futebol), e nomeado para as Quinas de Ouro (Prémio da Federação Portuguesa de Futebol), como melhor Treinador português no Futebol Feminino.

Experiência como Professor de Futebol no Estádio Universitário de Lisboa, palestrante em diversas Universidades de Desporto, e entidades creditadas pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).

Autor do livro “Construir uma Equipa Campeã” da PrimeBooks.

Analista de futebol na TV e no Jornal Record.

2 Comentários

  1. Julgo que também seria uma boa decisão se a bola entrasse em Pizzi, que ficava sem marcação. No entanto, mais difícil o passe, porque havia adversários que podiam interceptar. A decisão mais inesperada foi a melhor decisão, no fundo, e depois a qualidade do cruzamento fez o resto.

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