Rei de Roma e do futebol de outros dias.

Roma's forward Francesco Totti celebrates after scoring during the Italian Serie A football match AS Roma vs Lazio on January 11, 2015 at the Olympic Stadium in Rome. AFP PHOTO / TIZIANA FABI (Photo credit should read TIZIANA FABI/AFP/Getty Images)

O último resistente da “Lei Bosman” termina a carreira.

Uma das mais bonitas histórias de amor. E quem sabe a última.

Como Ronaldinho, Messi, Del Piero e Pirlo, um dos poucos forasteiros aplaudido de pé no tribunal de Santiago Bernabéu. Uma lenda que começou fora de tempo e termina no tempo ideal.

A classe bem expressa em cada toque de bola. Em cada decisão, em cada resolução por mais curto que seja o espaço. O homem que podia ter o mundo e só quis Roma.

A saída de cena do último génio do futebol romântico traz-nos a certeza bem viva de que o mundo não pára e que encontrar ídolos no mundo do futebol será tarefa cada vez mais herculeana.

 

Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 3767 artigos
Pedro Bouças - Licenciado em Educação Física e Desporto, Criador do "Lateral Esquerdo", tendo sido como Treinador Principal, Campeão Nacional Português (2x), vencedor da Taça de Portugal (2x), e da Supertaça de Futebol Feminino, bem como participado em 2 edições da Liga dos Campeões em três anos de futebol feminino. Treinador vencedor do Galardão de Mérito José Maria Pedroto - Treinador do ano para a ANTF (Associação Nacional de Treinadores de Futebol), e nomeado para as Quinas de Ouro (Prémio da Federação Portuguesa de Futebol), como melhor Treinador português no Futebol Feminino. Experiência como Professor de Futebol no Estádio Universitário de Lisboa, palestrante em diversas Universidades de Desporto, Cursos de Treinador e entidades creditadas pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ). Autor do livro "Construir uma Equipa Campeã", e Co-autor do livro "O Efeito Lage", ambos da Editora PrimeBooks Analista de futebol no Canal 11 e no Jornal Record.

1 Comentário

  1. Nunca vi nada igual.
    Todos em lágrimas na despedida de Totti no Olímpico. Não queria acreditar.
    Adoração e sedução.

    Um amor fiel, de outra era, de outro tempo. Alguns episódios evitáveis e um arrasto final talvez não tão bem gerido.
    Mas, na relva, um que, pelo estilo tão próprio, adorei logo desde início. 93! Tão novo. Consegui vê-lo ao vivo ainda algumas vezes, lá, nas minhas viagens a Itália. Que saudades. E ganhou tão pouco.

    28 anos de amor. “Maledetto tempo”. Feito e “desfeito” por ele.

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