A luva do Alex, e o jogo de Sérgio Oliveira

O pé esquerdo que parece uma luva.

Tantas vezes se escreveu que tudo deve ser feito para proporcionar as melhores condições para se chegar ao golo, e tantas vezes, colocar a bola mais rápido na área não é a melhor decisão. Todavia, quem tem tal nível de precisão, tem de ser aproveitado. O modelo de Sérgio Conceição, aproveita a qualidade de Brahimi a ligar o jogo pelos espaços interiores, e dá o corredor ao temível Alex Telles. De bola parada ou corrida, Alex Telles tem sido um verdadeiro temor. Uma arma que faz os adversários duvidarem das vantagens de conduzir o FC Porto para fora.

 

Sérgio Oliveira é a grande surpresa da temporada dos azuis. Poucos acreditariam que o internacional jovem encontrasse um espaço dentro da equipa que lhe permitisse ser útil demasiadas vezes como primeira opção. Mérito também para Sérgio Conceição, que se pode ser “acusado” de não potenciar ao máximo um dos mais promissores do futebol Europeu, Óliver Torres, pois claro, tem retirado rendimento de jogadores que outrora se encontravam completamente desvalorizados.

Oliveira na recepção ao Braga, a demonstrar o porquê de tanta confiança de Sérgio Conceição. Agressividade, partindo do bom posicionamento na transição defensiva, inteligência sem bola e qualidade para com esta acelerar em passe ou progressão. Um dos melhores no jogo grande da jornada:

 

Rodrigo Castro
Sobre Rodrigo Castro 217 artigos
Rodrigo Castro, um dos fundadores do Lateral Esquerdo. Licenciado em Ed física e desporto, com especialização em treino de desportos colectivos, pôs graduação em reabilitação cardíaca e em marketing do desporto, em Portugal com percurso ligado ao ensino básico e secundario, treino de futsal, futebol e basquetebol, experiência como director técnico de uma Academia. Desde 2013 em Londres onde desempenhou as funções de personal trainer ligado à reabilitação e rendimento de atletas. Treinador UEFA A.

2 Comentários

  1. Se o não fez o melhor jogo da carreira dele, esteve lá perto. Muito, muito bom jogo. Como portista, não posso negar que tem surpreendido com o nível que tem apresentado. Está agora, mais maduro, a demonstrar o potencial que prematuramente lhe vaticinaram.
    Por outro lado, um dos meus jogadores preferidos, Óliver, tem desiludido. Ainda pra mais depois do que prometeu no ínicio da época. É pena, mas nenhum clube português se pode dar ao luxo de ter 20M “empatados” no banco.

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