A morte do Tiki Taka, o caminho sempre aberto pela prática, as pessoas dos argumentos, o jogo que também é de quem defende, e a adaptação

As derrotas contundentes de Pep Guardiola e do Barcelona de Iniesta, Busquets e Messi, levaram a uma série de partilhas que regozijavam a morte do Tiki Taka, no dia em que Rui Quinta, ex adjunto de Vitor Pereira no último FC Porto campeão dá uma entrevista fantástica, cheia de ensinamentos para os que tiverem capacidade para lá chegar.

A expressão “Tiki Taka” emergiu como forma de catalogar o jogo da melhor equipa da história. A melhor, não apenas porque tinha uma ideia verdadeiramente soberba, mas porque como nenhuma outra, conseguiu reunir um grupo de jogadores formados para tal ideia. Por isso, outros mesmo que valorosos, não conseguiram adaptar-se e ter o sucesso que as suas qualidades individuais poderiam fazer crer.

Da mesma forma que o estilo que exacerba a posse não morre por cair na Liga dos Campeões, ou tão pouco deixa de ser o melhor caminho para o sucesso, se implementado pelos artistas certos, também não tem sentido crer-se que esse é sempre o único caminho para o bom fim. Tudo é contextual. Em suma declarar a morte do estilo de jogo que não só é mais aprazível como tem conquistado os melhores resultados no mundo do futebol é tão estúpido e tão sem noção sobre o que é o jogo, quanto jurar a pés juntos que treinadores como Diego Simeone, José Mourinho ou Antonio Conte não são competentes, porque seguem caminhos diferentes daquele que por cá sempre fomos idealizando como o melhor.

Rui Quinta, é um dos treinadores portugueses que foi crescendo / evoluindo, de um jogo mais directo e físico para um estilo mais atractivo, mas cuja experiência em diferentes contextos lhe permite ter uma visão mais larga e correcta sobre o jogo, e numa entrevista incrível ao Expresso, afirmou:

Não lhes dou nada hierarquizado, digo: se puderes encontrar os médios, encontra os médios. Quero que o meu central, em primeiro lugar, se puder encontrar os médios, encontre os médios. Agora, o meu central, às vezes, recebe a bola e não vê médios nenhuns. Eu vou obrigá-lo a fazer isso? Sabe o que é que eu estou a fazer? Estou a pô-lo numa situação de desconforto completo. E isso é importante para a minha equipa. Então o que faço? Se ele só consegue ver avançados… Estou a dar-lhe um exemplo que é real. Então, ok, é assim: “Malta, já sabemos, ali, bola para o avançado, cresce lá e começamos a jogar a partir daí“. Ou seja, isto, no fundo, é a riqueza da nossa equipa. Em função ou do jogador ou das circunstâncias, jogamos, sim, mas também temos capacidade para… Opá, imaginemos que dá para explorar as costas da equipa adversária. Nós também sabemos fazê-lo. Não somos uma equipa formatada. Temos capacidade para lidar com um adversário que nos vem pressionar alto, com um adversário que fica posicionado atrás, com um adversário que fica intermédio… Perante as diversas adversidades, temos de ter as soluções ajustadas e essas soluções, no meu entender, não podem ser deterministas, não podem ser marcadas. Têm de ser transmitidas, mas quem toma as decisões…

São os jogadores.
São eles. Eu lembro-me de uma história que o Rui Faria [adjunto de José Mourinho] contava, que era a seguinte: o John Terry [ex-jogador do Chelsea] detestava construir. Detestava jogar a partir de trás. Então eles pensaram: como é que nós vamos pôr o John Terry a fazer uma coisa que só o deixa desestabilizado? Então, sempre que a bola entrava no John Terry, toda a gente sabia que a solução seguinte ia ser o Drogba, por exemplo, e o jogo depois seguia a partir dali. Pronto. Ou seja, porque se nós só conseguirmos chegar lá à frente se começarmos ali por trás, a jogar por trás e a rodar e não sei quê, se só soubermos fazer isso, então nós também vamos ter dificuldades para outras coisas. Queremos predominantemente fazê-lo, mas, se não conseguimos fazê-lo, seja por que circunstância for, então o nosso jogo também contempla a possibilidade de quê? De nós jogarmos logo pela frente, de nós jogarmos na profundidade. Ou seja, com várias nuances, em função do que está a acontecer naquele momento, é isso que determina. Porque uma coisa é eu dizer: “Eh pá, tu vê isso!” Mas ele não vê nada. A bola vai-lhe aos pés e ele nem se lembra que tem de respirar, está ali [imita respiração ofegante]. Ah pois é. Não é? E é assim, mesmo nesse contexto, o jogo tem de continuar a fluir, não é? Então, eh pá, se temos um avançado que segura bem a bola, então é para lá que se joga. Ele segura, apoio, os médios aparecem de frente e já estamos a jogar no meio-campo ofensivo. Envolvência dos laterais, os alas, um por dentro e outro por fora, eh pá, um lateral por dentro e outro por fora… E depois há outra coisa determinante quando estamos a atacar, que é o posicionamento de equilíbrio. É o fechar as soluções do adversário para ligar o contra-ataque. Isso tem sido muito importante para nós.

Partilho com vocês, a forma como no meu último ano como treinador no futebol feminino preparámos um jogo que viria a ser decisivo na conquista do título nacional. Depois de duas derrotas (as únicas na época) contra o mesmo adversário, uma equipa que esperava sempre no seu meio campo pela nossa construção apoiada, e que nos venceu ambos os jogos com uma bola que perdemos na construção, para então disparar as duas atacantes mais rápidas da Liga (uma é a que está nos vídeos virais que temos partilhado, e a outra joga hoje no Sporting), cabia-nos preparar o terceiro confronto da temporada contra o mesmo adversário, agora na fase final. Depois de termos perdido os dois anteriores exactamente da mesma maneira. Se entrássemos sem mudar um milímetro ao nosso jogo, não era somente a possibilidade de voltar a perder a bola com meio campo para correr para as duas melhores individualidades da Liga, que pesava. Era o facto de as pessoas que esperam que lhes indiquem o caminho, sentirem que íamos para a terceira vez contra o muro. Nesse jogo específico, na casa do adversário, mudámos a construção, não perdemos uma bola no meio campo defensivo, e pela primeira vez vencemos o nosso opositor. Com um estilo de jogo menos atractivo. Entre nós comentámos: “… que ninguém tenha visto este horror”. Para dentro, um “já fizemos o trabalhinho sujo, agora é voltar a jogar”. Poucas semanas depois comemoraríamos mais um título de campeão nacional!

Essa é a arte do treinador. Ser treinador é ser o homem das soluções. Porque a vida foi-me mostrando que, por muitos argumentos que nós consigamos arranjar, e aqui não nos faltam argumentos, nós fomos percebendo que as pessoas dos argumentos nunca ganham nada, nunca chegam a lado nenhum. Estão sempre satisfeitas, porque encontram sempre boas desculpas, boas situações para se ancorarem.

 

Nós treinadores temos de fazer os jogadores mais felizes e emocionalmente mais completos, e não expo-los, não levá-los a expor-se a algo… há que melhorá-lo, sim, há que tentar melhorá-lo! Mas, não o podes levar a uma situação incómoda…

Simeone

 

Sobre o caminho que nunca pára e a forma como vai crescendo, Rui Quinta:

Há dez anos valorizava outras coisas. Olho para trás e deito as mãos à cabeça. Digo assim: ‘Ai meu Deus do céu, eu matei tanto jogador, dei tanto pontapé, Deus me acuda e guarde’. Mas, naquela altura, era aquilo que eu pensava. Só que, entretanto, fui lidando com outras realidades, fui vivendo outras experiências, fui discutindo com pessoas com capacidade para falar de futebol… E eu adoro falar de futebol, sobretudo discutir tudo. Temos uma equipa técnica onde todos os dias discutimos tudo ao pormenor: treinos, exercícios, jogadores, situações…

 

Opá, mas eu há dez anos era um ignorante, meu Deus do céu, até tenho vergonha [risos]. Quando vou às formações de treinadores ressalvo sempre isso: o processo, o conhecimento, está sempre em andamento, não podemos estar fechados. Isso também foi uma coisa que o professor nos ensinou: sempre flexíveis e a perceber o que se está a passar no processo, para podermos ajustar dentro do que achamos importante.

Por isso recentemente falávamos sobre a necessidade de continuar no caminho da evolução! E sobre os jogadores que são demasiado valorosos, mas somente em um ou dois momentos do jogo, isto é, nos momentos em que têm a bola. Ou que o são somente no momento específico em que a bola toca na sua bota, Rui Quinta ajuda a perceber algo que também por cá já abordámos várias vezes.

o James, que era um menino rebelde mas que foi percebendo a importância de outras coisas, porque só estava focado no processo ofensivo e naquele nível não dá… Se o virmos jogar hoje no Bayern já está com outra abrangência de movimentos

O público gosta de ser entretido, mas se da direcção e da história do clube vem a responsabilidade da vitória, para que se possa lá chegar, há demasiadas variáveis em jogo. E somente Messi e Cristiano estão ao nível de resolver de forma sucessiva ofensivamente os jogos, para que possam ter uma equipa completa a defender sem os contemplar. Por isso James esteve um largo número de meses sem jogar no FC Porto. Ele, que é jogador de Real Madrid e Bayern.

O jogo é talento e decisão, mas é tanto isso quanto compromisso. Ainda na noite de ontem falava com um treinador da Liga NOS sobre o estranho caso do Estoril. A equipa mais talentosa de todas as de nível médio, composta por um sem número de jogadores com potencial para realidades muito mais elevadas, e que está em grande dificuldade para se conseguir manter na primeira divisão. Porque da mesma maneira que o jogo não é nem nunca foi correrias, intensidade e vontade de querer mais, e por isso me bati durante dez anos, também não é talento sem compromisso. Como qualquer pessoa no campo saberá.

O que conta é a forma como eles se ligam às ideias e esta é uma característica em que os jogadores de alto nível diferem dos outros, dos que andam nestas divisões. Os jogadores de alto nível só querem saber o que é que o treinador pretende deles e entregam-se a esse desafio de corpo e alma. Os jogadores de um nível mais baixo têm sempre opinião. “Eu acho isto…” Em todas as situações, a opinião deles é que tem de prevalecer perante o resto. Nesta dimensão, esse é um desafio diferente. Naquele patamar de topo, os jogadores sabem que têm de ter dedicação completa, por isso é que a maior parte deles está em grandes campeonatos. E estão ricos e mais que ricos [risos]. Mas porque merecem, porque se dedicam.

O jogo dos jogadores. Na era da organização, cada vez mais a figura é o jogador. Depois de tantos treinadores terem feito muito mais diferença, porque chegaram lá primeiro que os outros. O caso de Jorge Jesus que sempre foi abordado por cá, é sintomático. Não perdeu as suas qualidades, porém, há dez anos atrás, liderava e era quase o único já na era da organização. Hoje, sem ter perdido capacidade, viu todos os outros crescerem, e já não é, obviamente, tão diferenciador quanto foi. Com o restabelecimento de equilíbrios, cada vez mais volta o impacto ao jogador. Que sempre o teve, naturalmente.

Estavam 50 mil pessoas nesse dia no estádio do Dragão. Dessas 50 mil, 48 mil, pronto, eram portistas. Todos eles disseram ao Kelvin para cruzar. Inclusivamente nós. Mas ele viu uma coisa que mais ninguém viu. E que treinador é que vai dizer alguma coisa a um jogador? Nós temos de encontrar este equilíbrio, entre dar as pistas para sermos uma equipa orientada, com uma ideia para atacar e defender, mas os jogadores têm de ter esta capacidade de, em determinados momentos, dentro daquilo que são as ideias que nos orientam, tomar decisões em função daquilo que eles são.

 

Rui Quinta aborda também um pouco da parte táctica do jogo. E acaba por referir também, o que temos vindo a mencionar. Depois de tanto lutar pela defesa zonal, e quando quase todos já lá conseguiram chegar, é importante entender que também há momentos em que importa marcar, para se ser mais eficaz. Só com Homem ao Homem em determinados momentos, se consegue ser eficaz defensivamente, e nós já os temos mostrado cá.

Você está com três defesas atrás, mas há um jogador adversário, um só, que está três metros adiante e recebe a bola. Ele vira-se para os três e, naquele nível, adeus. Isto também é uma coisa que eu fui aprendendo. Fui olhando e refletindo. E é o seguinte: se estamos em superioridade numérica, então temos de fechar individualmente a solução de passe. A solução de passe, tau, tem de estar fechada por um, e, se estamos em superioridade numérica, depois há sempre alguém que contempla o espaço. Mas o adversário que está ali para receber tem de estar com gente a dividir com ele. Não pode receber sozinho e eu estar aqui na zona, tudo bem, tranquilo, e ele pega, vira-se para nós, aparecem três gajos a correr lançados e ele com a bola controlada no mínimo um ou dois tomba e nós, que estávamos numa posição vantajosa em termos numéricos, acabamos por ser surpreendidos. Isto, para nós, é um aspeto determinante e têm-nos mantido muito competitivos, porque nós lidamos muito com adversários a tentar explorar o contra ataque, sempre que ganham a bola a preocupação é sempre essa. Mesmo o nosso lateral muitas vezes vem pressionar onde?

 

Não há fórmulas fixas para o jogo, e muito menos as encontraremos no google. Por isso há quem chegue mais rápido, porque pensa, executa, reflecte, erra, experimenta e… acerta!

E também para aqueles que são incapazes de entender o jogo como algo aberto e dinâmico, sem fórmulas fixas, e o trabalho dos treinadores, e as suas especificidades, Rui Quinta guarda algumas histórias especiais:

Percebe o impacto, não é? O que é que eu aprendi? Rui, tu tens o poder de valorizar só as opiniões que queres. Se valorizas a opinião daquele gajo, é porque lhe atribuis algum valor. Se não, corta. Quero lá saber se os gajos me assobiam ou não, meu Deus do céu. Já lidei com os gajos a atirarem-me petardos e paralelos e sei lá mais o quê. Opá, as pessoas são livres de terem a sua opinião. Agora, quem tem o poder de valorizar isso ou não sou eu. Há uma outra história por causa disso, que é a história do anel. Nunca ouviu?

Não.
Então vai registar estar. Havia um rapaz que andava muito preocupado com a opinião dos outros. Então o amigo mais velho dele disse-lhe: “Tenho aqui um anel e preciso que vás à feira e vendas o anel por duas moedas de ouro. Por menos do que isso não podes vender”. E ele lá foi. Depois voltou, triste, e disse: “Não consegui. O melhor que me deram foi duas moedas de prata”. Então o amigo disse-lhe para ele ir ao ourives só para avaliar o anel e saber ao certo quanto é que aquilo valia. E ele quando volta do ourives: “Ó amigo, sabe o que ele disse? O anel vale 65 moedas de ouro”. E o amigo diz: “Aprendeste a lição? Quando tu valorizaste a opinião dos gajos que não percebem nada disto, eles só davam duas moedas de prata. Mas quando consultaste o especialista, o gajo que sabe e conhece, ele já dizia 65 moedas de ouro. Portanto valoriza a opinião de quem tu reconheces importância. Não percas tempo com os outros.” É uma coisa simples.

Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 3229 artigos
Criador do "Lateral Esquerdo", tendo sido como Treinador Principal, Campeão Nacional Português (2x), vencedor da Taça de Portugal (2x), e da Supertaça de Futebol Feminino, em três anos de futebol feminino. Treinador vencedor do Galardão de Mérito José Maria Pedroto - Treinador do ano para a ANTF (Associação Nacional de Treinadores de Futebol), e nomeado para as Quinas de Ouro (Prémio da Federação Portuguesa de Futebol), como melhor Treinador português no Futebol Feminino. Experiência como Professor de Futebol no Estádio Universitário de Lisboa, palestrante em diversas Universidades de Desporto, e entidades creditadas pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ). Autor do livro "Construir uma Equipa Campeã" da PrimeBooks. Analista de futebol na TV e no Jornal Record.

11 Comentários

  1. Grande texto, Pedro!

    Fiquei extremamente impressionado com a entrevista do Rui, que já tinha lido, e é sempre agradável ver e saber como é possível mudar, mesmo depois de tantos anos a beber do mesmo. Nunca é tarde.

    Oxalá todos aqueles que vibram com a morte do tiki-taka venham, daqui a uns anos, a perceber e a compreender o que foi, o que aconteceu, o que mudou e o que foi criado na Catalunha e no génio de Guardiola.

  2. Excelente…LE a ser pedagógico, muito bom!!!!
    …é disto que o “Povo” precisa!!…abaixo o Patreon :)….
    Portugal necessita urgentemente de cultura desportiva. E vocês têm um grande papel, mas poderia ser maior, sou contra a segregação que provoca o Patreon…
    De resto muito obrigado, excelente texto, como muitos outros que já vi por aqui, e que me fizeram ver o futebol com outros olhos, e hoje em dia, a minha Paixão pelo jogo dobrou :)….

    • Infelizmente nenhum projecto é realizável sem fundos. Se o LE quer chegar mais longe e cada vez a mais pessoas necessita de mais meios, nem que seja mais disponibilidade dos autores para escrever. Tudo isso apenas se consegue com contributos das pessoas, pelo menos até aparecer um investidor ou assim. O Patreon acaba por ser um “mal” necessário.

  3. Para além do imenso conteúdo grátis que sai do LE há anos, o patreon é 1€ por mês. 1€! Pela partilha de conhecimentos que levou anos a acumular, pelo trabalho de escrever os posts, editar os vídeos, gerir o site. E agora ainda há um programa de tv, que além do conteúdo ímpar que oferece, certamente custa dinheiro e dá muito trabalho a fazer. Por 1€!! Qual segregação????

    • Vamos discutir quanto vale 1€?…Quanto é que vale 1€ para uma pessoa com familia e que recebam os dois o ordenado minimo? …ou que trabalhe só um? Ou que tenham filhos na escola? Casa e carro a pagar?…..Vamos discutir quanto vale 1€? Segregação? Não terá esta Pessoa direito ao conteúdo do Patrão?…. pois bem, o conhecimento não está ao alcançe de todos…..depois choramos a falta de desportivismo, de civismo, e outros ismos, assim vão os Portugueses modernos 🙁 ….somos um País 50% de abstenção…temos os Estádios vazios….a culpa é sempre do árbitro….etc, etc, etc…. quanto vale 1€?… e atenção, não falo por mim….bem hajam!

      • Francescoli… Só ter o site online custa 50 patronos a 1eur mês… acredito que nas tuas ideologias também não se deva pagar para produzir… abraço !

  4. Tenho o prazer de conhecer os dois e de ter visto os dois a coordenar o departamento de futebol do União de Paredes. Ambos com ideias diferentes e tão bons que eram. Pior é saber que o futebol não é só para pessoas como eles.

    Fernando Valente e Rui Quinta….

  5. Dizer que um estilo de jogo como o Tiki-Taka, que continua a ganhar morreu, so pode vir de pessoas que nunca gostaram do estilo e que agora estão a fazer um aproveitamento. De certo que vem dos mesmos que diziam ser impossível o Pep Guardiola, impor o seu estilo na liga inglesa, e que passar de algum tempo, já estavam a vir com argumentos que só estava a dar certo porquê, gastou muito dinheiro, como se os outros não tivessem gasto dinheiro.
    A isso chamamos desonestidade intelectual.

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