“Press” que eu gosto – Como o Bayern saiu da teia

Uma das heranças que o Barcelona de Guardiola deixou para o mundo do futebol foi o pressing constante. Tantos são os que hoje acreditam que tal é sinal de um bom comportamento, independentemente das condições, quando na verdade a decisão sobre onde e quando pressionar depende de muitas variáveis, desde logo relacionadas com as características e qualidades dos nossos jogadores, mas não menos importante, também das dos jogadores adversários.

Há equipas que porque compostas por jogadores que erram muito pouco do ponto de vista técnico, usam a pressão adversária como uma arma letal para as próprias chegarem ao golo. O Bayern de Pavard, Alaba, Davies, Boateng, Alcantara e Kimmich nem por um segundo se terá atemorizado com a pressão que a equipa de Lampard pretendeu impor no jogo e usou essa mesma pressão para criar condições para atacar o último terço com mais espaço e contra menos defensores, traçando de forma muito célere o destino da eliminatória da Liga dos Campeões.

5 Comentários

    • Este lance não é o melhor para representar o que querem dizer. Mesmo que haja intenção do Neuer no passe este é mal executado, apesar de ter procurado um espaço vazio, o Bayern só fica com a bola porque o defesa falha a abordagem.
      Mas mostra claramente o espaço deixado pelo Chelsea.

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