Ao ataque fechadinhos lá atrás

Já por mais de uma vez aqui foi afirmado. Não se espere espetáculo ou futebol de encantar do Sporting de Rúben Amorim, mas porventura pode esperar o máximo de pontos que qualquer treinador conseguiria / conseguirá espremer da equipa actual.

A ordem é simples – Partir de um Organização Defensiva robusta – A linha de cinco atrás é extremamente difícil de ultrapassar – Ficar de frente contra cinco, não é igual e ficar de frente contra quatro, porque permite sempre que um elemento saia e a linha continua a ter largura assegurada.

Alas baixam para linha média quando adversário se aproxima do último terço

Com bola, jamais se expor – Estar sempre equilibrado – 5 Atrás da Linha da Bola – Centrais + Médios, contando ainda com laterais de grande velocidade e que por isso garantem recuperação defensiva rápida no seu momento de Transição.

Transições Defensivas sempre com superioridade numérica bem acentuada

Mesmo com bola, o Sporting de Amorim pensa o jogo sem esta. Em Paços de Ferreira não foi diferente, prioridade máxima ao não sofrer, esperando que uma bola parada ou um contra ataque pudesse resolver o resultado.

E foi no seguimento de dois pontapés de canto que o Sporting materializou o seu jogo em três pontos, mas antes TT até teve um lance clamoroso para abrir o placard logo na fase inicial da partida, quando não deu o melhor seguimento a um cruzamento de Nuno Mendes.

Os laterais voltaram a estar em destaque – Com espaço interior fechado, as melhores investidas ofensivas acabam invariavelmente por contar com as cavalgadas de Nuno à esquerda e de Porro à direita.

Em vantagem mais fácil e passível de ser executado se torna o grande plano de Rúben Amorim. Iniciativa entregue ao adversário, equipa junta a fechar o espaço e a controlar defensivamente, esperando apenas momento oportuno para sair para pressionar, esperando que um roubo da posse pudesse encontrar o Paços de Ferreira desorganizado. Poucas recuperações altas, deram poucos contra ataques, mas o que mais importou desde o primeiro momento – Fechar defensivamente – esteve sempre assegurado.

Até ao final o jogo foi decorrendo sempre na mesma toada, embora com o “atrativo” de ter entrado para a linha da frente Daniel Bragança – E quem sabe não estará ali um espaço onde poderá ter um impacto grande? Longe da zona de “correria” – Duplo pivot do meio; próximo do espaço curto onde se alimenta último terço.

Daniel Bragança entrou para o Espaço mais Adiantado do Corredor Central
Notas do Site SOFASCORE

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