Rodar ou não rodar, eis a questão

No podcast 006 do Lateral Esquerdo vamos falar de Taça de Portugal e do tema que mais terá lançado questões nesta eliminatória. O treinador deve aproveitar estes jogos para rodar ou não?

O Sporting de Jorge Jesus jogou em Famalicão, uma equipa de Segunda Liga, com um onze bastante alterado em relação ao que costumam as ser as suas opões. Já o FC Porto de Nuno Espírito Santo abordou a visita ao Gafanha, equipa do Campeonato de Portugal que fez do Municipal de Aveiro a sua casa, com um onze em tudo semelhante ao que costuma utilizar no campeonato.

Ambos os técnicos avaliaram diversas questões. Pelo calendário, ambos terão jogos de Liga dos Campeões já na terça-feira. Pelos resultados, ambos estão na perseguição do primeiro lugar da Liga NOS. Pela profundidade do plantel, numa e noutra equipa existem jogadores que podem dar uma boa resposta frente aos adversários em questão.

Quais terão sido os prós e os contras de cada opção? E que impacto isso vai ter no que a equipa tem para a apresentar na próxima etapa competitiva.

Depois juntaremos o Benfica à conversa para analisar a especificidade de um jogo de Taça de Portugal, quando uma equipa de Liga defronta um adversário de escalões mais baixos. Como abordar este tipo de desafios, como aproveitar para lançar objetivos aos jogadores e, do outro lado, como preparar uma semana tão especial para uma equipa onde vários jogadores amadores defrontam um dos três grandes?

Perguntas para tentarmos responder no podcast 006. Lancem as vossas sugestões e perguntas na caixa de comentários deste artigo ou, no twitter, através da hashtag #LatEsqPod.

O podcast será gravado na tarde de segunda-feira!

Sobre Luís Cristóvão 31 artigos
Analista desportivo na televisão (Eurosport) e rádio (Desporto na Hora). Moderador do Lateral Esquerdo Podcast. Autor em luiscristovao.com, no twitter com @luis_cristovao.

6 comentários em Rodar ou não rodar, eis a questão

  1. Os temas que lançaram parece-me pertinentes e bem interessante,pelo que gostava de sugerir também que fossem abordando aquilo que será a jornada Europeia dos clubes portugueses,qual seria a melhor abordagem para ganhar os jogos ese a rotação ou a falta dela terá impacto

  2. NES aparece em Aveiro para jogar com o modesto Gafanha com um 11 quase feito de habituais titulares. Quererá isto dizer que o treinador apenas conta, até ao momento, com cerca de 15 jogadores do plantel?

  3. Deixo uma questão … se acham que os jogos da taça serão suficientes no caso de jogadores do Benfica como Carillo e Zickovic (mais este segundo) para ganhar o ritmo suficiente e atraso face aos restantes colegas … até que ponto não seria proveitoso para estes jogadores rodarem na equipa B para ganhar ritmo ? Não vejo em que medida jogar na taça com equipas de divisões inferiores seja mais estimulante que jogar na 2 Liga.
    Adicionalmente, lançava também para o painel a questão da evolução do Jose Gomes, não seria também mais vantajoso o jogador evoluir junto da equipa B ? É inegável o talento do jogador mas quando vejo um Jovic ou Sapjonic que nestes jogos poderiam ter espaço também para evoluir …
    Continuação de bom trabalho !!!
    abc

  4. Nos três jogos dos grandes para a Taça, todos tiveram dificuldades tendo em conta o estatuto dos adversários. Será que existe mais “qualidade tática” nos escalões inferiores e/ou até que ponto será puramente motivação de jogar com um grande clube português?

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