Jamie Fucking Vardy, Rooney e o futebol moderno

Um treinador português outrora colocado numa equipa de dimensão europeia, sem que praticamente tenha liberdade para decidir quem vai a jogo. Imposições de quem o por lá colocou.
Outro com um ponta de lança de renome que só em marketing rendeu três vezes o que custou. Mesmo que não trabalhe, mesmo que não defenda, mesmo que não esteja ao seu nível, situação a ter de ser gerida com pinças por interesses superiores.
As vaidades de quem mata em “silêncio” na derrota e surge na vitória a criticar quem duvidava de quem “matou” em surdina. De quem tenta “assassinar” quem está acima e sabe tão mais… Vícios tão próprios da realidade portuguesa. Onde parecer continua a valer mais do que saber.
Tantos vicios num mundo outrora mais singelo. 
Também por isso, histórias como a de Vardy são réstias de esperança. Autênticos contos de fadas que quebram todas as regras e predeterminações.
“Os meus filhos pediram-me uma camisola da selecção com o nome de Vardy nas costas” Rooney. Os melhores, os verdadeiramente diferentes, esquecem as vaidades, e os orgulhos. O bem resolvido Rooney a admirar quem luta por um espaço que é seu. 
Marco Van Basten
Sobre Marco Van Basten 85 artigos
Licenciado em Desporto, treinador Uefa Pro pela FA. Desde cedo partiu para terras de sua majestade. Experiência como professor e treinador numa Academia no Reino Unido.

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