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Se é para jogar que se jogue.

No dia a dia, o que há que ir fazer nos campos de jogo é jogar futebol.

Porque não jogamos em vez de transferir? Vamos jogar para jogar, não vamos fazer outra coisa qualquer porque tem transferência para o jogo. “Vou fazer isto porque tem transferência”: Homem, então é melhor fazermos aquilo que vamos fazer ao domingo, que é jogar futebol.

Óscar Cano.

Não há exercício por mais organizado ou por maior “transfer” que possa ter que contribua para se atingir tal nível. Só jogando, só deixando cair o analítico e promovendo o jogo durante a semana teremos talentos e obras de arte ao fim de semana.

Não entenda o jogo, pelo formal 11×11 que não promove a repetição frequente dos gestos e decisões com bola importantes para o jogo. Mas, o jogo reduzido. Que promova variabilidade, que mantenha mais vezes os jogadores no centro de cada jogada. Que os obrigue a manter o foco constante, que lhes dê a bola mais vezes, obrigando-os a resolver problemas atrás de problemas. A acertar, a errar e a adaptar.

Ninguém desenvolve de forma harmoniosa a motricidade e o comportamento motor se orientado de forma rígida. Seja nas estruturas fechadas dos exercícios, seja no condicionamento da tomada de decisão.

Se é para jogar que se jogue.

Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 2706 artigos
Criador do Lateral Esquerdo, é também professor no Estádio Universitário de Lisboa. Treinador de futebol, tendo almejado diversos titulos nacionais. Experiência como coordenador de futebol formação e palestrante em diversas Faculdades de Desporto. Autor do livro "Construir uma equipa campeã" da editora PrimeBooks.

5 comentários em Se é para jogar que se jogue.

  1. Mas jogue se o nosso Jogar !!
    Propensie o que pretendemos que apareça de forma (mais) sistemática no Nosso Jogar pra assim jogar o jogo alicerçado nos macros critérios ( que orientam o critério circunstâncial) que dão vida aos nossos princípios

    Abraço

  2. Que brutalidade. Capacidade plena para perceber a sua posição, a dos colegas, dos adversários e reagir em milésimos de segundos. Rasgou toda a equipa adversária.

    A prova viva de que os que jogam “simples” na maioria das vezes não o fazem por não terem qualidade ou técnica para mais. Fazem-no porque se adaptam ao que a equipa precisa.

  3. Anda por ai uma corrente de malucos todos preocupados com a “carga” que o jogo tras no treino. Como se a variabilidade e o caos organizado fossem prejudiciais a aprendizagem.

    Dizem que isto eh tudo muito bonito quando ja teem um nivel intermedio, mas que para beginners, o jogo impossibilidade o desenvolvimento.

    “Nao se sente necessidade daquilo que se desconhece”.

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