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A bola é tudo. Verratti.

Não importa a posição. Hoje o jogo não se parte nos que atacam ou defendem. Todos devem ser capazes de cumprir o que jogo dá a cada instante. E se até são os jogadores das posições mais recuadas, os que mais vezes e mais tempo têm a bola nos pés, já não há como não entender o protótipo do que é mais importante num jogador de futebol. Independentemente da posição que se ocupa, a relação com bola e a tomada de decisão é o que diferencia os bons dos melhores.

Nas grandes equipas europeias, mesmo nos jogadores mais defensivos, não chega estar apto a roubar bolas. Há que ter a qualidade para nos momentos seguintes ligar o jogo. Seja acelerando-o com qualidade se há espaço para sair na transição para ataque rápido, ou pausando-o se se percebe que não há desorganização ou desequilíbrio no outro lado.

Uma equipa com onze Verratis faria correr eternamente o adversário.

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PS II – Informação: 
2a Edição da Formação Sportrail. Comigo. “Modelo de jogo e opções de planeamento”. Creditada. 27 de Março das 20 às 23h.

Com debate no final para troca de ideias. AQUI.

Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 2705 artigos
Criador do Lateral Esquerdo, é também professor no Estádio Universitário de Lisboa. Treinador de futebol, tendo almejado diversos titulos nacionais. Experiência como coordenador de futebol formação e palestrante em diversas Faculdades de Desporto. Autor do livro "Construir uma equipa campeã" da editora PrimeBooks.

2 comentários em A bola é tudo. Verratti.

  1. É o problema do Fejsa. Defendo que se deveria apostar desde já no Pedro Rodrigues. Tem qualidade de posicionamento, conhece o jogo e tem capacidade para jogar de várias formas. Gosta de ter a bola, coisa que desde logo assusta o Fejsa. Para o Benfica é preciso outras qualidades que não apenas um bom jogo posicional e alta agressividade.

    • Obrigado Maldini, pela belíssima argumentação…futebol “moderno”, que provavelmente vai beber à história do futebol “antigo”, grande legado do Barça de Guardiola, e nós adeptos do futebol, agradeçemos…e agora, é sempre a evoluir, mas as referências vão ser outras, a inteligência sobre a táctica, a técnica sobre o fisico, a decisão sobre a velocidade…o jogador, o centro do jogo, onde tudo o resto gira à sua volta….
      Edson, Fejsa, a minha grande “guerra” com os meus amigos benfiquistas, eu pergunto, e porque não o Horta?
      P.s. Tenho saudades da foto com os 11 Maradonas, a melhor metáfora ao futebol “moderno” ou a melhor imagem para definir a “minha/nossa” utopia.

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