Tomada de decisão em superioridade numérica. Demonstra quem sabe.

white corner field line on artificial green grass of soccer field
É possível que em noventa por cento do jogo se imponha que se jogue simples e que não se prenda a posse. Há, todavia, determinados momentos em que se exige o contrário.
Ainda ontem, nesta caixa de comentários se falava numa possível condicionante ao número de toques que cada jogador poderia dar na bola em determinado exercício.
A opinião dada foi esta. “…Por norma não gosto de limitações de toques porque nem sempre se deve soltar rápido. Acho que prejudica a tomada de decisao. Mas, é certo que em muitos momentos é vantajoso e ajuda a equipa a jogar melhor. E conheço exemplos práticos disso.
Por exemplo, na transiçao nunca colocaria limite de toques porque quem leva a bola em vantagem númerica tem de fixar o defesa. Se o defesa for recuando para ganhar tempo esperando os colegas, o portador da bola tem de dar mais toques…se o limito ele vai decidir mal.”
Um dia depois há quem demonstre na prática exactamente o que pretendia dizer. Tinha de ser Aimar, pois claro.
Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 3011 artigos

Criador do “Lateral Esquerdo”, tendo sido como Treinador Principal, Campeão Nacional Português (2x), vencedor da Taça de Portugal (2x), e da Supertaça de Futebol Feminino, em três anos de futebol feminino. Treinador vencedor do Galardão de Mérito José Maria Pedroto – Treinador do ano para a ANTF (Associação Nacional de Treinadores de Futebol), e nomeado para as Quinas de Ouro (Prémio da Federação Portuguesa de Futebol), como melhor Treinador português no Futebol Feminino.

Experiência como Professor de Futebol no Estádio Universitário de Lisboa, palestrante em diversas Universidades de Desporto, e entidades creditadas pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).

Autor do livro “Construir uma Equipa Campeã” da PrimeBooks.

Analista de futebol na TV e no Jornal Record.

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.


*