Derby londrino. O microclima Premier League.

Editorial use only. No merchandising. For Football images FA and Premier League restrictions apply inc. no internet/mobile usage without FAPL license - for details contact Football Dataco Mandatory Credit: Photo by Sean Ryan/IPS/REX Shutterstock (4711074c) Olivier Giroud of Arsenal, gets into Chelsea's 6 yard box. Arsenal v Chelsea, Barclay Premier League, Arsenal v Chelsea, Barclay Premier League Football, Emirates Stadium, London, Britain

[multilanguage_switcher]Talvez seja pelas suas características próprias que a Premier League é o campeonato com maior visibilidade a nível mundial.

Há imensa qualidade individual, choque e duelos constantes. Bons recortes técnicos e sucessivos lances de bola a rondar as grandes áreas. Emoção, para quem sente assim o jogo.

A recepção do Chelsea ao Arsenal dividirá opiniões. Se trouxe a emoção que tantos pretendem retirar de um jogo, também foi um jogo extremamente mal jogado.

Eram grandes jogos… agora apareceram lá uns miúdos novos, lixaram os jogos todos. Só se corre…

Ricardo Ferreira sobre a futebolada semana entre amigos, ex jogadores de futebol

Assim foi disputado o derby londrino. Correrias constantes, pressão cega, desorganização para ir pressionar, porque tudo o que importa é recuperar rapidamente e não deixar sequer construir. Portador na construção pressionado, a optar por não arriscar perda em zonas mais recuadas, e bola no ar. Duelos, duelos, duelos. E criação surgia mais por desorganização fruto da pressão cega, do que pela qualidade ofensiva dos intervenientes.

A opção por pressionar a todo o instante a trazer somente um mau jogo que não beneficiava nenhuma das equipas. Ninguém saía em construção. Ninguém roubava bolas prometedoras, ninguém tinha bola.

Um jogo em que a qualidade individual, não teve correspondência no jogar próprio de cada equipa.

Fazer depressa e ir aos duelos, uma marca Premier, mesmo em confronto de candidatos.

 

Sobre Paolo Maldini 3791 artigos
Pedro Bouças - Licenciado em Educação Física e Desporto, Criador do "Lateral Esquerdo", tendo sido como Treinador Principal, Campeão Nacional Português (2x), vencedor da Taça de Portugal (2x), e da Supertaça de Futebol Feminino, bem como participado em 2 edições da Liga dos Campeões em três anos de futebol feminino. Treinador vencedor do Galardão de Mérito José Maria Pedroto - Treinador do ano para a ANTF (Associação Nacional de Treinadores de Futebol), e nomeado para as Quinas de Ouro (Prémio da Federação Portuguesa de Futebol), como melhor Treinador português no Futebol Feminino. Experiência como Professor de Futebol no Estádio Universitário de Lisboa, palestrante em diversas Universidades de Desporto, Cursos de Treinador e entidades creditadas pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ). Autor do livro "Construir uma Equipa Campeã", e Co-autor do livro "O Efeito Lage", ambos da Editora PrimeBooks Analista de futebol no Canal 11 e no Jornal Record.

3 Comentários

  1. O que é que justifica que duas equipas com dois treinadores “continentais” e com uma carrada de jogadores “continentais” tenha este tipo de comportamento aparentemente anárquico e desorganizado?

  2. Caro Paolo Maldini

    Na 1ª jogada não há repelão nenhum, foi bem e sobretudo rapidamente construída, apenas mal finalizada.

    Na 2ª jogada, aquilo que denomina de procura pelos duelos, já eu chamo de assumir os riscos, embora houvesse posicionamentos defensivos do Arsenal inconsistentes.

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