Anatomia de um golo. Os dois lados do mesmo lance.

A mobilidade que desmonta estrutura e ganha espaço para se chegar ao golo, e o método defensivo que não protege a baliza, nem o espaço à frente de cada sector, deixando a equipa mais vulnerável.

Assim marcou o FC Porto na Vila das Aves:

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Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 3047 artigos

Criador do “Lateral Esquerdo”, tendo sido como Treinador Principal, Campeão Nacional Português (2x), vencedor da Taça de Portugal (2x), e da Supertaça de Futebol Feminino, em três anos de futebol feminino. Treinador vencedor do Galardão de Mérito José Maria Pedroto – Treinador do ano para a ANTF (Associação Nacional de Treinadores de Futebol), e nomeado para as Quinas de Ouro (Prémio da Federação Portuguesa de Futebol), como melhor Treinador português no Futebol Feminino.

Experiência como Professor de Futebol no Estádio Universitário de Lisboa, palestrante em diversas Universidades de Desporto, e entidades creditadas pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).

Autor do livro “Construir uma Equipa Campeã” da PrimeBooks.

Analista de futebol na TV e no Jornal Record.

5 Comentários

  1. Muito interessante ver este golo e ver o lance em Istambul. Em Istambul parece que o Ricardo vacilou na frente da baliza, e tentou mandar uma trivela (talvez inspirado pelo rapaz que estava na equipa contraria xD). Uns dias depois aparece no mesmo sitio e remata com o pé esquerdo, marcando. É isto o treino tambem, ver onde se errou e dar uma resposta imediata

  2. Além dos jogadores do Rio Ave, que estão a frente da linha da bola, que deveriam fazer, ao menos, um pressing.
    Acredito que quando a bola se encontra em posse adversária, entre as linhas, pode-se assumir que eles estão no sub-momento da criação. Partindo assim, a 1ª linha dos defensores deveria agir de forma mais “emergencial”, a orientar o corpo para defender de um passe que “fura” a linha. Já que o portista está com um marcador no combate.
    Se os centrais estivessem de lado para a baliza, e não de costas, até chegariam a tempo travar o chute se calhar.

  3. Que podemos decir del comportamiento del lateral izquierdo del Aves? Le ganan la espalda fácilmente, yo creo que en esas situaciones los jugadores deben cerrarse, proteger el espacio por dentro y una vez el balón llegue a su zona de influencia, salir a presionar al jugador con el balón. En este caso, el defensor está en una posiciónn en la cual no defiende ese espacio a su espalda, y le cuesta girar para llegar al balón. ¿Qué opinión tenéis por aqui?

    Un saludo

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