Desbloqueado no último segundo

O Estádio do Bessa presenciou uma partida que ficou marcada pelo rigor defensivo das organizações coletivas, e pela agressividade nas disputas divididas.

Jorge Simão bloqueou por completo a construção dos azuis e brancos, e o FC Porto nunca conseguiu ligar o jogo em ataque posicional, porque os seus médios não conseguiram receber bolas de frente para o jogo em número suficiente.

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Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 3416 artigos
Criador do "Lateral Esquerdo", tendo sido como Treinador Principal, Campeão Nacional Português (2x), vencedor da Taça de Portugal (2x), e da Supertaça de Futebol Feminino, em três anos de futebol feminino. Treinador vencedor do Galardão de Mérito José Maria Pedroto - Treinador do ano para a ANTF (Associação Nacional de Treinadores de Futebol), e nomeado para as Quinas de Ouro (Prémio da Federação Portuguesa de Futebol), como melhor Treinador português no Futebol Feminino. Experiência como Professor de Futebol no Estádio Universitário de Lisboa, palestrante em diversas Universidades de Desporto, e entidades creditadas pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ). Autor do livro "Construir uma Equipa Campeã" da PrimeBooks. Analista de futebol na TV e no Jornal Record.

8 Comentários

  1. Rigor defensivo o caraças… Porrada, porrada e porrada, complacência da arbitragem, tempo útil de jogo incrivelmente baixo e toda a gente assobia e diz q o jogo foi bem disputado. Se tivessem roubado pontos ao grande então seria só elogios.

    A estratégia do Jorge Suinão, perdão, Simão para o jogo de ontem era o MMA. Falta cultura desportiva neste país para dizer que aquilo que se passou é uma vergonha para o futebol. Depois não admira que tenhamos o menor tempo útil de jogo dos principais campeonatos europeus.

    Parem de defender estes treinadores acéfalos que só promovem anti-jogo.

  2. Ou então: “Mais uma noite de paulada”. Coitada da bola naqueles 90 minutos. Dos dois lados, mas do Boavista ainda se compreende (talvez o plantel com menos potencial do campeonato), já do lado do FCP…

    • Nem sempre comento, mas leio muitas vezes e nem sempre estamos de acordo (perfeitamente normal e salutar, dizem os psicólogos e os não psicólogos desta vida), mas desta vez…na mouche! Sou eu que sou só chato ou é o Porto que tem uma forma unidimensional de jogar e de se organizar e que não sei porquê ainda nenhum treinador da liga portuguesa descobriu como contrariar? É que, insisto…ou muito me engano ou não existe Plano B nesta equipa do Porto. Agarrando no vosso «motto»…não devia ser a prevalência do cérebro sobre o físico? Não há cérebros que cheguem?

  3. A quem pode interessar a redução da incerteza no resultados dos jogos, pelo esticar das discrepâncias económicas entre os ditos grandes e outros, a não ser a maltinha que vê a bola para insultar os simpatizantes dos outros clubes?

    Os holandeses decidiram distribuir o bolo das receitas entre todos os clubes da primeira divisão. Aqui não se faz porquê? Por uma boa razão: o clima de ódio. Resolva-se esse problema primeiro.

    Os jornais desportivos são uma lástima, mas os não desportivos também, e agora não falo de Portugal, é geral. Até as universidades pactuam com mentiras como o falso problema do aumento do CO2, quando é a melhor coisa que aconteceu à human idade recentemente (tirando o que se passa com a humanidade ela própria, como as tendências demográficas). As pessoas adaptam-se, claro; as colunas dos leitores tornaram-se um dos espaço mais vistos dos jornais. E depois existe a adaptação à adaptação dos leitores. De há uns meses para cá, os jornais desportivos já nem servem para apalpar o pulso à opinião das pessoas. O sinal está nulificado pela actuação de elementos disruptores. Ainda menos razão para os ler. Um exemplo são os dois comentários mais antigos a este artigo.

    Já não me lembro qual foi o primeiro sinal do uso da informática na desinformação em Portugal, se foi a votação automatizada no JM para melhor treinador da UEFA ou FIFA, ou se foi na resposta a leis sobre a actividade das farmácias, mais ou menos na mesma altura e com o mesmo método. O resultado é a impossibilidade do diálogo, logo a promoção do dito clima de ódio, logo o impedimento da regeneração do futebol português.

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