Quinze minutos de Renato Sanches

Em dia de festa de campeão, o Bayern utilizou o português num período curto.

Ainda o desconforto de quem procura fazer tudo pelo manual, sem arriscar os rasgos que o levaram até Munique.

Uma arrancada em condução numa transição ofensiva culminada com a expulsão do adversário que o travou, e erros técnicos sempre que procurou o passe mais longo, são as notas para além das decisões simples e sem risco que praticamente sempre foi tomando.

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Rodrigo Castro
Sobre Rodrigo Castro 103 artigos
Rodrigo Castro, um dos fundadores do Lateral Esquerdo. Licenciado em Ed física e desporto, com especialização em treino de desportos colectivos, pôs graduação em reabilitação cardíaca e em marketing do desporto, em Portugal com percurso ligado ao ensino básico e secundario, treino de futsal, futebol e basquetebol, experiência como director técnico de uma Academia. Desde 2013 em Londres onde desempenhou as funções de personal trainer ligado à reabilitação e rendimento de atletas. Treinador UEFA A.

3 Comentários

  1. Um grande médio deve ter estas características ou pelo menos a maioria delas.

    Qualidade de passe, visão de jogo, inteligência(decisão), criatividade.

    Renato não tem nenhuma destas, por isso estranho que seja visto como um jogador com capacidade para atingir o topo do futebol mundial, ainda há pouco vi aqui Kroos e agora vejo Renato…

  2. Porque é que não existem comentários em posts mais antigos. Perdeu-se com a mudança do blog e já não dá para visualizar novamente? É pena não vermos o que foi dito nas caixas de comentários dos post sobre o Renato, durante o euro.
    Era interessante ir lá agora ver o que se dizia na altura. Quando disse que provavelmente aquela seria a última vez que o Renato jogava numa grande competição de selecções, parecia absurdo o que estava a dizer, inclusive para os que neste blog escrevem. Hoje, essa previsão já não deverá parecer absurda.

    • Sempre disse que com o Carlão o Renato dificilmente desenvolveria as suas capacidades para se tornar um médio de eleição. Por acaso é pena que não se possam ir buscar os comentários dos que me chamavam maluco por dizer isso…

      Quando se fala de “clubes formadores” até que ponto é saudável deixar um jogador tão imaturo sair para uma das ligas, para não dizer para um dos clubes, mais exigentes do ponto de vista de cultura táctica? Não acaba por ser má publicidade que se faz? Por outro lado, o mesmo clube parece que tem um tal de Horta encostado por não ter o agente certo…

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