Conversas de café. 2ºepisódio.

Conversas informais. Hoje com a criatividade. Trabalha-se? Nascemos? É despoletado pelo treino, pela intervenção do treinador?

O sistema táctico ou o modelo de jogo? Qual é a origem? Qual o ponto de partida?

P.S. – Na drive e na plataforma do Patreon poderão encontrar a segunda parte do segundo episódio.

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Paolo Maldini
Sobre Paolo Maldini 2941 artigos
Creator of the "Lateral Esquerdo", is also a teacher at the University Stadium in Lisbon. Soccer coach, having conquered several national titles in Portugal. Experience as soccer coordinator, and lecturer at various Sports Universities. Author of the book "Build a champion team" from the publisher PrimeBooks.

2 Comentários

  1. Tema fantástico, ainda para mais com exemplo de futsal, onde tudo acontece numa velocidade enorme.

    No exemplo dado pelo Bruno, tal como ele, eu acredito que essa “conversa” que leva o miúdo a interrogar-se e a descobrir novos caminhos, mais colectivos na maioria das vezes. E isso aumenta o leque de soluções e muitas vezes essa é a criatividade que queremos. Ter mais caminhos, várias soluções, não ir somente por um caminho.
    Agora, realmente isto não será para todos… De certo modo, com alguns vamos diminuir o número de soluções, ou seja, o passe mais simples é aquele que vamos incentivar mais vezes um miúdo menos capaz tecnicamente…
    Isto porque, essa “conversa” leva-os a ficar mais conhecedores do jogo, mas nem todos ficam assim tão mais capazes. Ou seja, sem a capacidade técnica para isso (velocidade de raciocínio e habilidade também), mais opções apenas baralham e menos soluções, mais simples podem ajudar.
    Quantas vezes não me aconteceu já no treino (e acontece mais com os “menos capazes tecnicamente”) parar o treino e antes de fazer a tal questão oiço: “Já sei mister, devia ter dado ali ou acolá”. E aí tu percebes que ele sabia, só não teve a técnica (velocidade de raciocínio e habilidade…) para o realizar.

    Por último dizer que, não concordo com o Pedro, que de certa forma sugere que a criatividade é o somatório de experiência e de horas, como se fosse possível quantificar quantas horas e experiências para chegar a determinado patamar.
    Concordo obviamente com a análise à criatividade como o número de soluções e que estas serão tão ricas como as experiências e repetições o atleta possuir. Agora à uma parte inata. Não o digo porque alguns miúdos aprendem em semanas o que normalmente leva meses, antes o contrário. Aqueles que por muita bola jogada na rua (ainda que aqui as condições, ou falta delas e o contexto (competitivo ou não entre os putos) seja determinante), nas academias, nunca darão um pontapé em condições na bola… Existem e quase dá pena. E normalmente, quanto mais velhos, mas essa “falta de jeito” se vai notando. Porque apesar de conhecerem o jogo, não conseguem capitalizar esse conhecimento.

    • Mas atenção, também estou sempre a questionar-me. E isto é o que penso hoje, amanhã talvez possa mudar de opinião!

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