Eu sei o que fizeram no Vicente Calderón no sábado passado.

Não há palavras para a influência que Neymar e Messi têm em todo um jogo. Não basta só o que têm capacidade para criar e a forma como desmontam organizações, só a sua presença condiciona toda a equipa adversária.

Na final da Taça do Rei, depois de um golaço do Alavés, o Barcelona iria adiantar-se novamente no marcador. Porque roubar é muito diferente de cortar! Não só permite manter a bola em posse, mas sair se assim for possível em transição perante uma equipa menos organizada, e acima de tudo porque quando a bola chega ao brasileiro e ao argentino, Espanha estremece.

 

Rodrigo Castro
Sobre Rodrigo Castro 111 artigos

Rodrigo Castro, um dos fundadores do Lateral Esquerdo. Licenciado em Ed física e desporto, com especialização em treino de desportos colectivos, pôs graduação em reabilitação cardíaca e em marketing do desporto, em Portugal com percurso ligado ao ensino básico e secundario, treino de futsal, futebol e basquetebol, experiência como director técnico de uma Academia. Desde 2013 em Londres onde desempenhou as funções de personal trainer ligado à reabilitação e rendimento de atletas. Treinador UEFA A.

1 Comentário

  1. E já que falamos em transições ofensivas aqui fica um exemplo de como (não) devemos fazê-lo, principalmente se não temos jogadores como Messi ou Neymar ou CR7 ou Podence ou Rafa ou G. Guedes. Até parece que vemos este tipo de jogadas todos os fins de semana dada a ausência de destaque na informação desportiva. Deve ser por estar representado pelo Jorge Mendes 🙂

    https://canoticias.pt/belenenses/futebol/gil-dias-aumenta-vantagem-rio-ave-2-0-belenenses/

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